Segunda-feira, 20 de Dezembro de 2010

Exposição de Presépios

      A Junta de Freguesia de Paranhos organizou, através do seu Pelouro da Cultura e Divulgação do Património, uma Grande Exposição Internacional de Presépios, patente na Casa da Cultura da Junta de Freguesia desde o dia 3 de Dezembro. A recolha fotográfica é da autoria de Maurício Branco.
 
sinto-me: Natalício
publicado por caminheiro1 às 21:59

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Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010

Rua Dr. Pedro Augusto Ferreira

Pedro Augusto Ferreira

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

Pedro Augusto Ferreira, Abade de Miragaia (Penajóia, 1833 - † Porto 1913), foi um sacerdote e publicista português.

Biografia

O futuro abade de Miragaia (Porto), nasceu na Casa da Capela, na Curvaceira, freguesia de Penajóia (Lamego), a 14 de Novembro de 1833, e, faleceu no Porto a 17 de Junho de 1913. Era filho de José António Ferreira e de D. Maria da Purificação Rodrigues Cardoso. Concluiu o curso no seminário de Lamego, em 1850 e, passando a frequentar a Universidade de Coimbra, formou-se (bacharel) em Teologia em 1856. Ordenou-se presbítero em Lamego em 1857, recebendo pouco depois a nomeação de examinador pro-sinodal e professor do seminário daquela diocese, onde se conservou três anos. Exerceu também as funções de vigário geral da diocese. Em 1861 foi apresentado e colado na abadia de Távora, e, em 1864 passou para a igreja de Miragaia.

Obra literária

Tendo colaborado com Pinho Leal, depois da morte deste em 1884, foi convidado a continuar a obra, que aceitou, ficando responsável pelo término da publicação do dicionário Portugal Antigo e Moderno, que ia no meio do tomo X, e do artigo Viana do Castelo, publicando-se assim o final do tomo X e os tomos XI e XII. De colaboração com Pinho Leal escreveu também: Maria coroada ou o cisma da Granja de Tedo, Porto, 1879, que é a história de um célebre pseudo-hermafrodita, António ou Antónia Custódia das Neves, que depois faleceu no incêndio do Teatro Baquet. Esta obra foi assinada com os pseudónimos Patrício Lusitano e Pantaleão Froilaz, revelados pelo próprio abade de Miragaia numa revelação póstuma, que adicionou a alguns dos exemplares. Colaborou no Almanaque de Lembranças Luso-Brasileiro, em diversos anos; no Asmodeu, de Lisboa; no Jornal-do-Porto, e em muitos outros jornais de Lisboa e província, com artigos de arqueologia, corografia e história. Colaborou também nas seguintes obras: Monumento à memória de D. António Luis da Veiga Cabral e Câmara, bispo de Bragança, Porto, 1889; Dai aos pobres, álbum de produções literárias, em benefício do Asilo Lamecense, Porto 1885; Expedição cientifica à Serra da Estrela em 1881, etc. Publicou mais: Catálogo dos religiosos professos na Real Congregação dos Agostinhos Descalços de Portugal, copiado do manuscrito pertencente ao convento da Formiga, Porto, 1907; e Dicionário de apelidos portugueses, Porto, 1908. Era vogal da comissão dos monumentos nacionais, sócio da Associação dos Arquitectos e Arqueólogos Portugueses, da Sociedade Camoneana, etc. Era Cavaleiro da Ordem de Nª. Sra. da Conceição de Vila Viçosa. Possuiu uma importante livraria, composta de 3.653 obras, de que se imprimiu catálogo em 1902, no Porto. Ofereceu estes livros à Biblioteca Municipal do Porto, que o considerou Cidadão Benemérito e deu o seu nome a uma das ruas da cidade.

 

Fontes

Grande História Universal Ediclube, 2006.

Dicionário Universal Ilustrado, Ed. João Romano Torres & Cª.1911.

Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira.

Nova Enciclopédia Portuguesa, Ed. Publicações Ediclube, 1996.

Enciclopédia Luso-Brasileira

sinto-me: Paranhense
publicado por caminheiro1 às 00:05

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Quarta-feira, 1 de Dezembro de 2010

Concurso de Fotografia

Estou cheio de vaidade! É verdade. Ninguém me segura. Estou mesmo cheio de vaidade. Então não é que uma fotografia minha ganhou o 2.º prémio do Concurso de Fotografia de 2010, organizado pela Casa da Cultura da Junta de Freguesia de Paranhos e subordinado ao tema "Património Humano...Rostos de Paranhos". Pois é verdade.

 

E podem confirmá-lo indo à Casa da Cultura de Paranhos. Posso dizer-vos que participei com 4 fotografias a cores, o número máximo permitido pelo regulamento. Para quem vive, como eu, desde 1979 nesta freguesia de Paranhos, cidade do Porto, é um gosto, uma honra e uma injecção na auto-estima. É o que eu sinto. E apetece-me deixar-vos com a máxima de Aristóteles: "Todo aquele que não participar na cidade é, na realidade, como um estrangeiro que acaba de chegar." Saudações paranhenses do Francisco.

 


 

 

2.º concurso de fotografia da Casa de Cultura de Paranhos

sinto-me: Paranhense
publicado por caminheiro1 às 22:28

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