Segunda-feira, 7 de Novembro de 2011

Entrega de prémios

Já tinha partilhado convosco a minha vitória no concurso de fotografia da Junta de Freguesia de Paranhos. Pois tenho todo o prazer em partilhar agora convosco o álbum fotográfico que o meu amigo Maurício Branco realizou e que retrata a exposição que está patente até 12 de Novembro na Casa de Cultura de Paranhos (ao Largo do Campo Lindo, Porto) e a cerimónia de entrega de prémios. Saudações paranhenses do Francisco.

ÁLBUM FOTOGRÁFICO

 

sinto-me: paranhense
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Quinta-feira, 6 de Outubro de 2011

Orgulho-me de ser paranhense

Estou muito orgulhoso. Depois de dois segundos prémios nas duas edições anteriores, o meu objetivo era conseguir o 1.º prémio na 3.ª edição, realizada este ano de 2011, do Concurso de Fotografia da Casa de Cultura da Junta de Freguesia de Paranhos. E consegui. Valeu a pena. Não podia deixar de partilhar com os meus conhecidos e amigos esta tão grande emoção. Saudações paranhenses do Francisco.

CASA DE CULTURA DE PARANHOS

 

sinto-me: Paranhense
publicado por caminheiro1 às 18:33

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Terça-feira, 27 de Setembro de 2011

XI Feira Rural à Moda Antiga e III Feira das Tradições

Os dias 4 e 5 de Junho de 2011 foram particularmente emotivos para todos quantos se puderam dirigir à Praça 9 de Abril ou, se quiserem, ao Jardim de Arca d'Água, na freguesia de Paranhos, concelho do Porto. Esta louvável iniciativa conjunta do Rancho Folclórico de Paranhos e da Junta de Freguesia de Paranhos proporcionou a todos os que lá se dirigiram um excelente exercício de memória em que os cinco sentidos do corpo humano foram postos à prova. Do que vi, partilho convosco o que registei. Do que ouvi, cheirei, provei e toquei, não podendo partilhar posso, contudo, guardar na minha memória e dizer-vos que adorei. A todos, as minhas mais calorosas saudações paranhenses.
ÁLBUM FOTOGRÁFICO

 

sinto-me: paranhense
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Segunda-feira, 20 de Dezembro de 2010

Exposição de Presépios

      A Junta de Freguesia de Paranhos organizou, através do seu Pelouro da Cultura e Divulgação do Património, uma Grande Exposição Internacional de Presépios, patente na Casa da Cultura da Junta de Freguesia desde o dia 3 de Dezembro. A recolha fotográfica é da autoria de Maurício Branco.
 
sinto-me: Natalício
publicado por caminheiro1 às 21:59

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Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010

Rua Dr. Pedro Augusto Ferreira

Pedro Augusto Ferreira

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

Pedro Augusto Ferreira, Abade de Miragaia (Penajóia, 1833 - † Porto 1913), foi um sacerdote e publicista português.

Biografia

O futuro abade de Miragaia (Porto), nasceu na Casa da Capela, na Curvaceira, freguesia de Penajóia (Lamego), a 14 de Novembro de 1833, e, faleceu no Porto a 17 de Junho de 1913. Era filho de José António Ferreira e de D. Maria da Purificação Rodrigues Cardoso. Concluiu o curso no seminário de Lamego, em 1850 e, passando a frequentar a Universidade de Coimbra, formou-se (bacharel) em Teologia em 1856. Ordenou-se presbítero em Lamego em 1857, recebendo pouco depois a nomeação de examinador pro-sinodal e professor do seminário daquela diocese, onde se conservou três anos. Exerceu também as funções de vigário geral da diocese. Em 1861 foi apresentado e colado na abadia de Távora, e, em 1864 passou para a igreja de Miragaia.

Obra literária

Tendo colaborado com Pinho Leal, depois da morte deste em 1884, foi convidado a continuar a obra, que aceitou, ficando responsável pelo término da publicação do dicionário Portugal Antigo e Moderno, que ia no meio do tomo X, e do artigo Viana do Castelo, publicando-se assim o final do tomo X e os tomos XI e XII. De colaboração com Pinho Leal escreveu também: Maria coroada ou o cisma da Granja de Tedo, Porto, 1879, que é a história de um célebre pseudo-hermafrodita, António ou Antónia Custódia das Neves, que depois faleceu no incêndio do Teatro Baquet. Esta obra foi assinada com os pseudónimos Patrício Lusitano e Pantaleão Froilaz, revelados pelo próprio abade de Miragaia numa revelação póstuma, que adicionou a alguns dos exemplares. Colaborou no Almanaque de Lembranças Luso-Brasileiro, em diversos anos; no Asmodeu, de Lisboa; no Jornal-do-Porto, e em muitos outros jornais de Lisboa e província, com artigos de arqueologia, corografia e história. Colaborou também nas seguintes obras: Monumento à memória de D. António Luis da Veiga Cabral e Câmara, bispo de Bragança, Porto, 1889; Dai aos pobres, álbum de produções literárias, em benefício do Asilo Lamecense, Porto 1885; Expedição cientifica à Serra da Estrela em 1881, etc. Publicou mais: Catálogo dos religiosos professos na Real Congregação dos Agostinhos Descalços de Portugal, copiado do manuscrito pertencente ao convento da Formiga, Porto, 1907; e Dicionário de apelidos portugueses, Porto, 1908. Era vogal da comissão dos monumentos nacionais, sócio da Associação dos Arquitectos e Arqueólogos Portugueses, da Sociedade Camoneana, etc. Era Cavaleiro da Ordem de Nª. Sra. da Conceição de Vila Viçosa. Possuiu uma importante livraria, composta de 3.653 obras, de que se imprimiu catálogo em 1902, no Porto. Ofereceu estes livros à Biblioteca Municipal do Porto, que o considerou Cidadão Benemérito e deu o seu nome a uma das ruas da cidade.

 

Fontes

Grande História Universal Ediclube, 2006.

Dicionário Universal Ilustrado, Ed. João Romano Torres & Cª.1911.

Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira.

Nova Enciclopédia Portuguesa, Ed. Publicações Ediclube, 1996.

Enciclopédia Luso-Brasileira

sinto-me: Paranhense
publicado por caminheiro1 às 00:05

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Quarta-feira, 1 de Dezembro de 2010

Concurso de Fotografia

Estou cheio de vaidade! É verdade. Ninguém me segura. Estou mesmo cheio de vaidade. Então não é que uma fotografia minha ganhou o 2.º prémio do Concurso de Fotografia de 2010, organizado pela Casa da Cultura da Junta de Freguesia de Paranhos e subordinado ao tema "Património Humano...Rostos de Paranhos". Pois é verdade.

 

E podem confirmá-lo indo à Casa da Cultura de Paranhos. Posso dizer-vos que participei com 4 fotografias a cores, o número máximo permitido pelo regulamento. Para quem vive, como eu, desde 1979 nesta freguesia de Paranhos, cidade do Porto, é um gosto, uma honra e uma injecção na auto-estima. É o que eu sinto. E apetece-me deixar-vos com a máxima de Aristóteles: "Todo aquele que não participar na cidade é, na realidade, como um estrangeiro que acaba de chegar." Saudações paranhenses do Francisco.

 


 

 

2.º concurso de fotografia da Casa de Cultura de Paranhos

sinto-me: Paranhense
publicado por caminheiro1 às 22:28

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Domingo, 6 de Junho de 2010

X Feira Rural à Moda Antiga e II Feira das Tradições

Os dias 5 e 6 de Junho de 2010 foram particularmente emotivos para todos quantos se puderam dirigir à Praça 9 de Abril ou, se quiserem, ao Jardim de Arca d'Água, na freguesia de Paranhos, concelho do Porto. Esta louvável iniciativa conjunta do Rancho Folclórico de Paranhos e da Junta de Freguesia de Paranhos proporcionou a todos os que lá se dirigiram um excelente exercício de memória em que os cinco sentidos do corpo humano foram postos à prova. Do que vi, partilho convosco o que registei. Do que ouvi, cheirei, provei e toquei, não podendo partilhar posso, contudo, guardar na minha memória e dizer-vos que adorei. A todos, as minhas mais calorosas saudações paranhenses.

 

ÁLBUM FOTOGRÁFICO
sinto-me: Paranhense
publicado por caminheiro1 às 15:16

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Segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

O lugar de Cortes

O jornalista e historiador Germano Silva, publicou na revista VISÃO de 12 de Novembro de 2009, o seguinte:

«O LUGAR DE CORTES, Um desconcertante pitoresco

Entre as ruas de Dionísio Santos Silva e do Conde de Campo Bello, no coração da freguesia de Paranhos, aninha-se o sítio de Cortes, com suas casinhas térreas, seus muros de pedras musgosas sobre os quais pende a ramagem tímida de velhas parreiras. O cenário é de sonho: aqui o apontamento de uma água forte, mais além o fragmento de uma aguarela. Neste ambiente, teimosamente cinzento, salpicado aqui e ali por tons de rosa e verde-ervilha, ascende a frontaria da igreja paroquial como que a abençoar aquela mediania urbanística de que ressalta ainda o cunho tipicamente rural. Este sítio de Cortes não é mencionado pelo reitor João Carneiro da Silva quando respondeu às inquirições de 1758. Mas é topónimo antigo porque já vem mencionado num documento de meados do século XVI, em que se faz menção aos bens da igreja de Paranhos. Em 1766 era uma aldeia que agregava as agras de Cortes e Oliveiras, "a primeira das quais com algumas árvores de fruta e vinha e qualquer delas cercada de parede..." Corte, do latim "cohorte" significa capoeira, curral, aprisco, ou seja: lugar onde se recolhem e dormem animais. Por aqui tudo se amalgama na intimidade dos planos. Perdem-se as linhas do trânsito, os portais das grandes casas de lavoura, aas belas varandas de ferro forjado, as bocas sombrias dos casebres. por todo o lado um pitoresco desconcertante.

A primeira igreja paroquial de Paranhos, à qual pagavam foros as agras de Cortes, devia remontar, julga-se, à época da reconquista (séculos XI a XII) pois sabe-se que já existia no ano de 1123. A actual, com uma frontaria muito sóbria, mas graciosa, é muito mais recente, provavelmente dos meados do século XVIII. De concreto sabemos apenas que no ano de 1845 este templo, "em consequência de se achar em grande ruína e indecência" foi sujeito a reparações exteriores que importaram em 27$985 réis.

O que mais cativa o olhar na Travessa de Cortes é o cenário natural que lá fomos encontrar e de onde é possível distinguir mansardas, telhados, gelosias, beirais, a ramagem fugidia de um quintal. Pode saber-se tudo sobre urbanismo, sobre ruas, sobre jardins e até sobre palácios; mas aqui todo o conhecimento que se julgue ter é por adivinhação. As definições disto ou daquilo, perante esta realidade concreta, delirante de labirintos, pairam no ar como um mistério indecifrável.

Reparem bem nisto: nada mais estranho nem menos deslumbrante do que estes indecifráveis restos de janelas embutidas no que resta de um velho muro. Aqui não há que olhar e muito menos que ver, há que sonhar. Estas ruínas guardam consigo algum enigma passado. Para intrigar ainda mais a nossa argúcia, entaiparam, digamos assim, o fundo das três janelas. Dentro de pouco tempo de tudo isto restará entulho e pó que as enxurradas hão-de levar e com elas irá todo o encanto arqueológico do sítio.

Uma rua, a de Dionísio dos Santos Silva, aberta na agra de Cortes, um correr de casas baixas, dois degraus de soleira, o passado do presente a demorar o futuro. Estes recantos, com o seu acentuado cunho de ruralidade, para poderem ser entendidos têm de ser vistos assim, no seu próprio meio ambiente. Foi em sítios como estes, da populosa freguesia de Paranhos, que se fez a invenção de um dos mais afamados doces que se vendiam (e ainda vendem) em todas as romarias do Norte: o doce de Paranhos.

A Travessa de Cortes orgulha-se da vizinhança de uma ou outra antiga casa de lavoura e das propriedades que lhes estavam anexas. São os resquícios dos inúmeros imóveis constituídos por quintas, casais, agras e outras boas terras de semeadura, que davam o pão e o vinho e que o Cabido da Sé do Porto por aqui possuía e que, durante séculos, andaram emprazados a diversos rendeiros. Passeando por estes sítios não é difícil descobrir que há neles qualquer coisa de arcaico e de venerando...»

Saudações tripeiras do Francisco.

 

 

sinto-me: Tripeiro
música: 'A palma e a mão' JOÃO PEDRO PAIS
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Quarta-feira, 12 de Agosto de 2009

Fotografias

Este Concurso de Fotografia da Junta de Freguesia de Paranhos de Julho de 2009 deu-me uma ideia. Aproveitando os 6 temas em que foi subdividido, eu organizo os mesmos 6 álbuns no Picasa, com fotografias colhidas por mim, nesta freguesia de Paranhos onde resido. Basta, portanto, clicar no tema para aceder ao álbum de fotografias.

 

Fotografias de Paranhos
Património Arqueológico
Património Arquitectónico/Edificado
Património Etnográfico
Património Linguístico
Património Industrial/Técnico
Património Natural
sinto-me: Tripeiro
música: 'Estrada' MAFALDA VEIGA
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Sábado, 8 de Agosto de 2009

Concurso de Fotografia

Estou cheio de vaidade! É verdade. Ninguém me segura. Estou mesmo cheio de vaidade. Então não é que uma fotografia minha ganhou o 2.º prémio do Concurso de Fotografia organizado pela Junta de Freguesia de Paranhos e subordinado ao tema "Património...Modos de ver". Pois é verdade. E podem confirmá-lo indo à Casa da Cultura de Paranhos, situada no Largo do Campo Lindo, até ao dia 15 de Agosto, das 10h00 às 17h30. Posso dizer-vos que participei com 14 fotografias abrangendo todos os temas apresentados a concurso, a saber: 1 - Património Arqueológico; 2 - Património Arquitectónico/Edificado; 3 - Património Etnográfico, 4 - Património Linguístico; 5 - Património Industrial/Técnico; 6 - Património Natural. Foi então que, por decisão do júri, uma das fotografias que apresentei ao Património Etnográfico, venceu o 2.º prémio. Para quem vive desde 1979 nesta freguesia de Paranhos, cidade do Porto, é um gosto, uma honra e uma injecção na auto-estima. É o que eu sinto. E apetece-me deixar-vos com a máxima de Aristóteles: "Todo aquele que não participar na cidade é, na realidade, como um estrangeiro que acaba de chegar." Saudações tripeiras do Francisco.

 

Concurso de Fotografia da Junta de Freguesia de Paranhos
Fotografias a concurso Entrega de prémios Junta de Freguesia de Paranhos

sinto-me: Tripeiro
música: 'Por outras palavras' MAFALDA VEIGA
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